Tecnologias podem resfriar o planeta e evitar uma catástrofe

19/04/2017

Vocês se lembram do filme "Expresso do Amanhã"? Nesse delirante thriller de ficção científica do diretor coreano Bong Joon-ho, uma tentativa de reverter o aquecimento global acaba tendo um resultado terrível. O planeta congela. Apenas os passageiros de um trem que nunca para de viajar em torno da Terra conseguem sobreviver. Os da primeira classe comem sushi e bebem vinho em abundância. As pessoas da terceira classe comem barras de proteína feitas de baratas.

É sério. Os cientistas precisam começar a estudar essas coisas. As notícias sobre o clima estão se tornando alarmantes ao longo dos últimos meses. Em dezembro, os cientistas revelaram que as temperaturas de algumas partes do Ártico estavam em torno de 20º C acima das médias históricas. Em março, outros relataram que o gelo do Ártico havia caído para os níveis mais baixos da história. O oceano mais quente já havia matado uma enorme parcela da Grande Barreira de Corais na Austrália.

Vamos falar sério agora. As chances de desacelerar, ou mesmo de parar esses processos por meio do uso de mais painéis solares e turbinas de vento já eram pequenas antes mesmo da eleição de Donald Trump. Agora é provável que Trump trabalhe para minar a estratégia do presidente Barack Obama de reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

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