Secretário alerta que só a fiscalização contra a derrubada da mata não é solução

28/07/2017

O desmatamento na Amazônia é um problema grave e deve ser enfrentado não apenas com fiscalização. É fundamental ter uma série de medidas econômicas para estimular que as pessoas não desmatem a floresta. A avaliação é do secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Alfredo Sirkis. Ele lembra que algumas dessas ações já existem – bolsa verde e bolsa floresta –, mas precisam ser “melhor calibradas”. Outras devem ser criadas. 

E essas novas alternativas para reduzir o desmatamento foram discutidas durante uma reunião da Câmara Temática sobre Florestas, Biodiversidade, Agricultura e Pecuária do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), que aconteceu em Manaus na última quarta-feira. Entre as discussões esteve a possibilidade de se fazer um levantamento das áreas criticas e mobilizar recursos internacionais para poder remunerar as populações locais pela preservação dessas áreas. 

“É claro que é necessário organizar os agentes econômicos no sentido de regularizar a propriedade para poder exercer maior controle, seja através da concessão ou não de crédito, pois é mais fácil fiscalizar um proprietário regular do que um grileiro”, disse Sirkis para A CRÍTICA. Para ele, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um instrumento que contribui para ter esse controle, mas “um grande desafio é nós criarmos produtos financeiros que correspondam à preservação e recomposição da floresta”. 

A Crítica | BR | Amazônia

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