"O desmatamento deixará de ser o patinho feio", diz ministra do meio ambiente

28/07/2015

Combater o desmatamento na Amazônia é uma bandeira que o governo do Brasil abraçou há alguns anos, principalmente por conta de pressões internacionais. De fato, as taxas caíram desde o pico de 2004, quando 27 mil quilômetros quadrados de floresta amazônica foram abaixo. Nesta terça-feira (28), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, exaltou o sucesso na redução do desmatamento desde 2004, enquanto participava da reunião do Conselho de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ela também destacou a queda na emissão de gases que colaboram com o efeito estufa no Brasil. O puxão de orelha do dia foi endereçado aos setores de energia e agricultura - com destaque à pecuária. Com menos derrubadas, a proporção dos maiores emissores mudou por aqui. 

Segundo a ministra, no ano de 2005, a derrubada da floresta foi responsável por 57% das emissões no país. Em 2012, o índice teria caído para 15%. Isso significa que aumentou a responsabilidade dos setores energético e agrícola sobre os gases que impulsionam oaquecimento global. “O desmatamento deixará de fazer o papel de patinho feio. As emissões estão agora associadas à energia e à agricultura”, disse Izabella.

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