Falta vergonha e zelo para com o nosso País

31/07/2015
João Caetano

A exacerbada atuação do homem para o bem ou para o mal sobre a Terra, em qualquer situação, desde o começo das primeiras civilizações, que seja por necessidade, maldade ou ganancia, tem gerado prejuízo e falta de humanismo. Ao saber que suas atitudes animalescas e perversas de um pai que cria sua filha ao mundo e maldosamente a estupra, e os pedófilos religiosos que são protegidos pela Igreja, e filhos que assassinam os pais, enfim a violência que assola os dias presentes e sombrios, mesmo assim temos que continuar a vida. E não para por aí, a exemplo, o ataque do homem ao meio ambiente, como as nascentes que jorram água no perímetro urbano, e são soterradas pela prefeitura, bem como milhares de cidades brasileiras se transformaram em esgotos de urina e fezes, escorrendo pelos córregos.

Enquanto isso, na nossa querida Amazônia, o homem ganancioso busca enriquecer-se destruindo a floresta e pagará um preço muito alto pela exploração e extrativismo ilegal com a extração de madeiras, e o plantio da cana, de soja, de arroz, no benefício de alguns. Tem por objetivo, também, a plantação de capim para engorda do gado. Com a exportação da carne para comprar mais terras ao desmatamento. O homem ganancioso defende sua ação dizendo: quanto mais desmatamento mais nascentes brotam no chão. É por isso que em alguns Estados faltam nuvens de chuva e água no chão. Nós só temos 2,7% de água potável corrente boa para o consumo humano, e 9,7% podem estar contaminadas. Que pensar de alguém que exporta a carne de 1ª e de 2ª deixando para o povo brasileiro comer a carne de 3ª e os ossos, e haja estômago para comer frango todos os dias. É preciso protestar: o Brasil e as riquezas são nossas. Vamos denunciar estes agressores da fauna e da flora, em detrimento haverá profundas mudanças climáticas, que já dão sinal de chegada, no derretimento das calotas polares provocando com isso a elevação do nível do mar em ondas invadindo cidades ribeirinhas. 

Diário da Manhã | GO | Opinião | Página 023

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João Caetano, lavrador, técnico de televisão, poeta e historiador amador, ambientalista e idealizador dos bosques Cajueiro I, Br-153, ponte do Rio Meia Ponte, Bosque Cajueiro II, Br-153, às margens do Setor Morais, ativista e incentivador das mangueiras dos cajueiros e das jabuticabeiras, nas praças e bosques e plantios a lotes baldios contra a fome
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